On Vacation
Esta promete ser uma semana bem atribulada.
A partir de amanhã pego pouco mais de dez dias de descanso dessa desgraceira que chamo de trabalho.
Neste sábado, dia 2, rola o show do Slayer, e além disso é meu anivesário e tem uma festa na casa de uns amigos. Logo, me embriagar de hoje até domingo parece ser inevitável.
Vou tentar aproveitar esse tempo para colocar a leitura - ao menos um pouco - em dia. HQ's como Corto Maltese, Do Inferno, Sandman, ZAP Comix, Mr. Natural e Lobo Solitário, dentre tantas outras, clamam por atenção.
Como ficou subtendido, só devo voltar a postar lá pelo dia 11 de setembro (o que é que isso me lembra?). Então... até a volta. Isto é, se eu sobreviver ao Slayer e às overdoses e overpingas.
Para terminar: Acho que todos os leitores de quadrinhos já viram sobre isso, mas ficou muito bom o trabalho de Steven Johnston pegando os quadros de Contos do Cargueiro Negro - o famoso "gibi" da série Watchmen - e fazendo deles uma HQ de verdade.
Confira o resultado final em Tales of the Black Freighter.
Soube do lance pelo Omelete.
RICARDO MALTA BARBEIRA - 1:21 PM
Não enche!
Esta promete ser uma semana bem atribulada.
A partir de amanhã pego pouco mais de dez dias de descanso dessa desgraceira que chamo de trabalho.
Neste sábado, dia 2, rola o show do Slayer, e além disso é meu anivesário e tem uma festa na casa de uns amigos. Logo, me embriagar de hoje até domingo parece ser inevitável.
Vou tentar aproveitar esse tempo para colocar a leitura - ao menos um pouco - em dia. HQ's como Corto Maltese, Do Inferno, Sandman, ZAP Comix, Mr. Natural e Lobo Solitário, dentre tantas outras, clamam por atenção.
Como ficou subtendido, só devo voltar a postar lá pelo dia 11 de setembro (o que é que isso me lembra?). Então... até a volta.
Para terminar: Acho que todos os leitores de quadrinhos já viram sobre isso, mas ficou muito bom o trabalho de Steven Johnston pegando os quadros de Contos do Cargueiro Negro: Marooned - o famoso "gibi" da série Watchmen - e fazendo deles uma HQ de verdade.
Confira o resultado final em Tales of the Black Freighter: Marooned.
Soube do lance pelo Omelete.
RICARDO MALTA BARBEIRA - 1:17 PM
Não enche!
Sábado, Agosto 26, 2006
Crítica de Lost Girls, de Alan Moore e Melinda Debbie.
Para ler o restante da matéria publicada hoje na Folha de S. Paulo, acesse Solobonite. São dois posts.
Alan Moore leva sexo a ícones infantis
PEDRO CIRNE
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
Alan Moore é considerado um dos maiores roteiristas de quadrinhos da atualidade. Quando escreve, não busca apenas uma boa história.
Foi ele quem iniciou a desconstrução do gênero dos super-heróis. Publicada de 1986 a 87, a minissérie "Watchmen" apresentou personagens que não eram só bons ou só maus. Depois de Moore, os super-heróis jamais seriam os mesmos.
Agora, Moore cria uma história erótica em quadrinhos: "Lost Girls" (garotas perdidas), homenagem aos livros "Aventuras de Alice no País das Maravilhas", "Alice Através do Espelho", "Peter Pan" e "O Mágico de Oz".
Muitos leitores poderão dizer que não se trata de uma homenagem, mas de ofensa: a Alice, a Wendy e a Dorothy desses livros são bem diferentes das que conhecemos.
A história começa quando três senhoras se conhecem em um hotel na Áustria de 1914. Elas ficam amigas, tornam-se amantes e confidenciam experiências sexuais.
O tornado que teria levado Dorothy ao reino mágico de Oz na verdade fez com que ela se masturbasse pela primeira vez. Peter Pan, quando conheceu Wendy, tirou a virgindade da menina enquanto os irmãos dela masturbavam-se um ao outro. E Alice foi estuprada pelo melhor amigo do pai. As revelações não param por aí: sexo oral, surubas, sexo com animais.
Moore busca repetir o que fez com os super-heróis: quebrar tabus. Por isso optou por protagonistas que remetem à infância e à pureza. Depois dele, a literatura erótica jamais será a mesma. Ao menos é esse o objetivo.
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LOST GIRLS
Autores: Alan Moore e Melinda Debbie
Editora: Top Shelf
Quanto: US$ 75 (R$ 161, em média, a caixa com os três volumes)
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Reproduzido da Folha de S. Paulo de 26/08/2006.
RICARDO MALTA BARBEIRA - 10:34 AM
Não enche!
Terça-feira, Agosto 22, 2006
Há Doze Anos Atrás...
Foi em 27 de agosto de 1994 que aconteceu a primeira edição do Monsters of Rock e que pude assistir pela primeiríssima vez a um show do Slayer.
Acompanhado de Milguêrs, Gordo, Billy e Negão, cheguei por volta de oito horas da manhã nas imediações do Estádio do Pacaeembu.
Era o segundo show da minha vida, e novamente um festival.
Compramos cerca de um litro de cachaça por cabeça, entre vinhos, a boa e velha 51 e outras porcarias.
Alguns malacos com umas tantas vagabundas - todos fãs do Slayer, é bom frisar - pediram um gole da pinga que eu, Gordo e Billy trazíamos. Milguêrs e Negão, que ficaram pra trás, foram interceptados longe de nossos olhos, e gentilmente lhes foi solicitado uma contribuição para a nobre causa de comprar um ingresso.
Milguêrs contribuiu, mas Negão recusou e acabou sendo vergonhosamente pilhado pelos marginais. A felicidade foi grande por não terem levado o seu ingresso
Noves fora, fomos para a patética fila que se formava como uma Torre de Babel na lateral esquerda do estádio. Bebíamos, bebíamos, mas nada daquela porcaria acabar. Ficou claro para todos que mesmo com o coração sangrando, teríamos que deixar boa parte daquele abençoado álcool para trás, já que não podíamos entrar com as garrafas.
Como era moda na época, uma guerra de garrafas de vidro começou. Uma acertou a cabeça de um cara há poucos metros de mim. Quando me virei pra olhar não sei o quê, algo me acertou bem no olho direito. Pensei na hora: "FODEU!". Para minha surpresa e alegria, havia sido apenas um sonho de padaria. Fiquei com açúcar nos olhos por dias.
Entramos por volta de uma da tarde e pouco depois começaram os shows.
Quem abriu foi o Angra, que naqueles dias até que me agradava bastante. Depois rolou aquela porcaria descomunal chamada Dr. Sin e na sequência o razoável Viper.
Então a fim de arranjar um lugar legal para assistir ao Black Sabbath, fui me esgueirando no meio do povaréu até próximo à grade. Nunca gostei dos Raimundos, mas quando eles começaram com Nêga Jurema, parecia que tudo viria a baixo. Agitei como um louco, fui pro chão junto com mais uns quinhentos neguinhos numa onda que parecia ser infinita e ao final do show mal conseguia ficar em pé.
Anoiteceu e o Suicidal Tendencies apareceu. Conhecia poucas músicas dos caras, mas entre essas poucas, eles tocaram de cara duas. E das mais agressivas por sinal. Agitei novamente como um possuído, e percebi que tinha perdido todas as forças. Fui obrigado por motivo de cansaço maior a deixar a segunda fileira e sair do meio daquela massa suada e pútrida. Taí uma banda que gostaria de conhecer melhor na época. Foi uma baita apresentação.
Encontrei os camaradas num lado do palco previamente combinado e num ato de sorte achei uma torneira - filha única, por sinal - que forneceu a mim a úmida água que tanto precisava para recarregar as baterias.
Recarregado e pronto voltei para a muvuca, se não me engano acompanhado do Gordo e do Billy.
O show do Black Sabbath foi como encontrar um velho amigo que não via há anos. O problema é que o vocalista Tony Martin era a namorada chata que não pára de pentelhar.
Foi ótimo escutar preciosidades como Iron Man, Sabbath Bloody Sabbath, Children of the Sea e Neon Knights, entre tantas outras, tocadas pelo fodíssimo Geezer Butler e pelo semi-deus Tony Iommi, mas faltava algo: um Dio ou um Ozzy.
Chegava a hora tão aguardada.
É até hoje impossível esquecer o horário aproximado em que o show do Slayer começou, porque na pista Gordo e eu fazíamos uma piada das mais infames, apostando se a banda começaria a tocar às 9 e KING ou às 9 e JESUS SAVES (para quem não captou, 9:15 e 9:16).
Começa a introdução demoníaca de Hell Awaits e o próprio Tinho prende a respiração por alguns minutos. De cara uma das melhores músicas da banda era mais do que qualquer um de nós esperaria.
Seguem The Antichrist, Spirit in Black e Die by the Sword. Rola uma inédita que faria parte do futuro disco Divine Intervention, Mind Control.
E aí começa a sessão Espanca-Cristo.
Postmortem, Raining Blood e Jesus Saves. Uma sequência digna de trilha-sonora do filme do Mel Gibson.
Captor of Sin dá uma quebrada e então começa Dead Skin Mask.
Seguindo o padrão que segue - salvo engano - até hoje, e que havia começado há pouco com o disco ao vivo Decade of Agression, Tom Araya faz o brevíssimo discurso de introdução da música, que termina com o Pacaembu recitando em uníssono:
"Sleep and dance with the Dead!"
A canção começa e meus olhos estão completamente marejados. Canto o refrão em meio a lágrimas contidas. Era foda demais.
Eles emendam com o "hit" Seasons in the Abyss, voltam no tempo com Mandatory Suicide, fazem surgir uma das maiores rodas de todos os tempos com a atemporal e fantástica War Ensemble e fecham os portões do inferno com a auto-explicativa South of Heaven, encerrando de modo magistral com a Mengele's Song, Angel of Death.
O Slayer havia terminado seu show, mas ainda havia o Kiss para encerrar o festival.
Gordo, Negão e eu preferimos ir para o fundo dormir.
E assim foi a minha primeira noite com o Slayer.
Palco do Monsters of Rock 94 no Estádio do Pacaembu
RICARDO MALTA BARBEIRA - 1:25 PM
Não enche!
Sexta-feira, Agosto 18, 2006
Ghost World
Dirigido por Terry Zwigoff e estrelado por Thora Birch, Scarlett Johansson e Steve Buscemi, Ghost World é uma adaptação cinematográfica da série em quadrinhos homônima de Daniel Clowes. Esta por sinal inédita por aqui.
Dito isso, posso dizer que é um dos meus filmes prediletos de todos os tempos.
Ghost World (algumas traduções por essas bandas, incluído aí o canal Telecine, sustentava o título "Mundo Cão", que nem chega a ser uma tradução tão horrível assim) é uma daquelas preciosidades que passam desapercebidas da grande maioria, até pela falta - proposital - de marketing, mas que é tão único quanto apaixonante.
Thora Birch é Enid e Scarlett Johansson é Rebecca. Inseparáveis, a amizade delas não tem nada que possa ser encontrado nas revistas adolescentes de um real que vemos às pencas pelas bancas de jornais. Elas vêem o mundo de um modo extremamente particular e até certo ponto muitíssimo original.
À primeira vista podem parecer típicas pessimistas da geração X, legítimas representantes da tribo dos espíritos-de-porco, mas aos poucos, quando as conhecemos um pouco melhor e consequentemente nos vemos um pouco mais naquelas situações tão mundanas e palpáveis, começamos a entender que rótulos são rótulos, independente das informações que contenham.
Enid é a protagonista. Uma criaturinha que adoramos odiar. Falando ao menos por mim, desde o começo até o final, torço para que ela se dê muito, mas muito mal. Rebecca é muito menos odiosa que Enid, e talvez o que una ambas seja a necessidade de alguém para dividir as dúvidas e questionamentos de uma fase bem complicada da vida.

Angústias às margens da vida à parte, Steve Buscemi como o colecionador de discos Seymour é outro personagem irretocável. A cereja no bolo, por assim dizer.
A trilha-sonora com coisas absurdamente jurássicas e maravilhosas também é um achado.

Poderia perder o meu e o seu tempo escrevendo mais um monte de asneiras pseudo-intelectuais a respeito do que o filme representa, mas o que ele diz de maneira tão particular a mim, dificilmente conseguiria ser transposto em palavras.
Portanto, fica a dica para que procure na locadora que fica naquela curva de rio próxima à sua casa essa belezura de pouco mais de hora e meia.
Aproveite e confira o site do autor Daniel Clowes.
RICARDO MALTA BARBEIRA - 1:51 PM
Não enche!
Segunda-feira, Agosto 14, 2006
Mais um final de semana de boa.
Sábado fui comprar ingressos para os shows do Slayer e do New Order (meia-entrada para o dia 14 já esgotou).
Logo depois fui para o Ibirapuera ver a exposição Sesi Bonecos do Mundo, com direito a uma inspiradíssima companhia russa, um legítimo circo de pulgas e o indefectível Homem-Palco (há controvérsias já que também havia uma mulher por lá).
Para fechar um impressionante - como sempre - show do Cordel do Fogo Encantado. É incrível que quando eles tocam Chover parece que nada mais importa no maldito mundo.
O domingão de dia dos pais foi tranquilo, comendo um churrasco com o Coroa e curtindo uma leseira básica.
E hoje volto a violentar meu bolso, para poder comprar o ingresso para o Motomix, que na verão deste ano traz Franz Ferdinand, Art Brut, Radio 4, Peter Hook discotecando, entre muitas outras atrações.
Acho que é isso. Ou ao menos deveria ser assim.
Seu boiadeiro por aqui choveu
Choveu que amarrotou
Foi tanta água que meu boi nadou
RICARDO MALTA BARBEIRA - 1:32 PM
Não enche!
Sexta-feira, Agosto 11, 2006
Ontem fiz uma ficha na Gibiteca Henfil, que fica no Centro Cultural São Paulo.
Desde que me mudei para a Liberdade estava a fim de pegar uns gibis por lá. Mas por motivos que vão de conta errada na pasta a uma atendente vesga desgraçada, só fui conseguir nesta quinta-feira.
Peguei de cara três álbuns da L&PM: Batman; Spirit; e Super-Homem.
O do Batman tem algumas histórias jurássicas do início da década de 1940 como O Coringa e A Gang das Fugas; O Spirit é o primeiro volume de uma série que republicaria várias de suas aventuras; e a do Super traz algumas das primeiras histórias do personagem.
A preciosidade que deixei para pegar semana que vem é o primeiro volume do Príncipe Valente, Nos Tempos do Rei Arthur, que foi relançado mês passado pela opera graphica com o suave valor de 80 cruzeiros. Então "emprestar" parece o caminho natural.
Outras coisinhas que estão nos planos são aqueles álbuns gigantescos do Flash Gordon e do Fantasma, assim como dois encadernados (reunindo todas as edições) do Graúna.
Além disso tem vários outros encadernados bem legais, como praticamente todos os números de Homem-Aranha desde a Abril, passando pela linha Premium e chegando até a Panini. Outros títulos completos nesse formato são Groo, Superamigos, Superaventuras Marvel, Conan (e adjacentes como Rei, Saga, Em Cores...), Super-Homem, X-men e mais um monte.
Como estou abarrotado de hq's em casa para ler, e andava gastando um bom cascalho nisso, achei que uma mudança de ares, passando por outros gêneros e edições mais não-convencionais - além de gratuitas, claro! - seria uma ótima.
E recomendo uma passada pela Gibiteca àqueles de coração puro.
RICARDO MALTA BARBEIRA - 1:13 PM
Não enche!
Terça-feira, Agosto 08, 2006
A Ilusão Cristã
Hoje é dia do lançamento oficial do novo álbum do Slayer, Christ Illusion.
Preparando a alma bastarda, a cara de mau e a completa e total falta de respeito pelos cristãos presentes, disponibilizei o disco no Rapidshare.
São dez músicas em pouco mais de 50MB, portanto não vai ser o fim do mundo baixar mesmo para quem tem conexão discada.
Minhas prediletas até o momento são Cult, Catalyst, Supremist e Jihad.
Por sinal esta última é bem diferente do usual padrão do quarteto. O início pode lembrar algo que um Korn ou um Deftones da vida faria, mas o vozeirão do Araya e a própria "pegada" do Slayer falam mais alto.
I will watch you die
This is God's war!
God's war!
This is God's war!
God's war!
RICARDO MALTA BARBEIRA - 12:56 PM
Não enche!
Segunda-feira, Agosto 07, 2006

Pretendia voltar ao batente hoje, mas a carga um tanto quanto absurda de trabalho falou mais alto.
De qualquer modo seguem duas dicas inúteis.
A primeira é o Linha do Trem. Um blog mantido pelo Raphael que tem como objetivo publicar "quase uma tira por dia".
Com um jeitão bem nonsense e algumas piadas totalmente desprovidas de sentido, há alguns ótimos momentos. Vale uma conferida.
A segunda é a TV Rock.
Ela foi lançada há uns quinze dias e por mais tosca que pareça a princípio, até que é um site bem bacaninha.
Bem, acho que é isso.
RICARDO MALTA BARBEIRA - 1:21 PM
Não enche!
Terça-feira, Agosto 01, 2006
Depois de um Rolling Stones inesquecível no comecinho do ano, finalmente parece estar começando a alta temporada de shows internacionais em terras tupiniquins. E o primeiro deles é ...

A última passagem deles por aqui foi há longos oito anos, na última edição do Monsters of Rock em 1998. Por sinal, um dos melhores shows que já presenciei. Bem melhor que o que eles fizeram na primeira edição do festival em 1994 (esse vai ser assunto de um futuro post).
Só que desta vez é um pouco diferente. Jeff Hannemman, Kerry King e Tom Araya estão de volta, mas trazendo a tiracolo o fenomenal Dave Lombardo.
Após ficar um bom tempo afastado trabalhando em projetos como Grip Inc., Fantomas e Voodoo Cult, o baterista voltou a se apresentar com o Slayer há cerca de dois anos. Neste 2006 gravou Christ Illusion, o primeiro disco de estúdio com a banda desde o fabuloso Seasons in the Abyss de 1990.
Já assisti aos caras duas vezes, mas fora o diferencial de ter o Lombardo nesta turnê, o(s) show(s) acontece(m) no dia do meu aniversário, em 2 de setembro.
Melhor do que um mágico, um palhaço e um mini-zoológico, é ter tudo isso em um só com o Slayer em cima do palco no Via Funchal.
[Na sequência, no dia 16 de setembro, rola o Motomix, com Art Brut, Franz Ferdinand e o doidaço Peter Hook discotecando.
Em outubro chega o TIM Festival com - os até agora confirmados - Daft Punk, Beastie Boys, Yeah Yeah Yeahs, Patti Smith e Clap Your Hands Say Yeah.
E novembro traz o fim do mundo, com New Order e Underworld tocando na mesma noite em São Paulo.]
Hell awaits!