Videodrome

 
             

   
 
 

Sábado, Fevereiro 25, 2006

 
Uma ressaca bem de leve, um som batuta e um sábado de carnaval trabalhando... peão só se fode.

Mas tudo dará certo, pois como filosofa Eduardo Simplício, vulgo Um Morto Muito Louco:

"A vida é um gato de botas".



RICARDO MALTA BARBEIRA - 11:25 AM


Não enche!

Sexta-feira, Fevereiro 24, 2006

 
Ainda falando em Rio de Janeiro...

Queens of the Stone Age in Rio

Disponibilizei no RapidShare, para download, o show que o Queens of the Stone Age fez no Rock in Rio 3, em janeiro de 2000.

A paradinha está completa, tem uma excelente qualidade de som e conta com as seguintes músicas: Tension Head, How to Handle a Rope, Feel Good Hit of the Summer (uma das melhores músicas de todos os tempos), If Only, Quick and to the Pointless, The Lost Art of Keeping a Secret, Regular John (também conhecida como Juan Regular), Supa Scoopa Might Scoop (fantástica cover do Kyuss) e You Can Quit me Baby.

Acho que nem precisava dizer, mas vou assim mesmo: é uma apresentação de responsa, que ainda conta com momentos sublimes da grande maioria de paquidermes do público, que teima em clamar pelo tosquíssimo Sepultura a cada música.

Como já dizia o poeta, é bem provável que os idiotas dominem o mundo por um "mero" fator numérico.

RICARDO MALTA BARBEIRA - 10:10 AM


Não enche!

Terça-feira, Fevereiro 21, 2006

 
É foda ter que falar sobre coisas que são muito maiores do que você.

Não faço a mínima idéia de como começar a escrever sobre uma das melhores experiências que já tive em minha vida.

Alguém pode sugerir que começar pelo início pode ajudar o todo a fluir mais facilmente, e na falta de algo mais inspirado, conto a partir daqui a história de como...

eu sobrevivi aos Stones.

Quando peguei o ônibus sexta-feira a noite junto de Joyce, Milguêrs, Kate, Mauricio, Ana, Edu e Tiago, é óbvio que a ansiedade já era algo que chacoalhava meu estômago, adormecia minha boca e tirava meu sono.

O chá de cachaça que o Mauricio havia levado ajudava a relaxar um pouco, mas a expectativa era tão louca dentro da minha cabeça, que a minha saída foi simplesmente esquecer que eu estava indo para o Rio de Janeiro, a fim de assistir ao show dos Rolling Stones na praia de Copacabana.

Encarar tudo como um sonho recheado de nicotina, álcool e neve foi fácil, o problema a meu ver seria acordar depois.

A rodoviária do Rio é pequena demais para nossas pretensões e a diária do hotel só começava ao meio-dia, então pouco antes das seis da matina descemos na Barata Ribeiro, bem no coração de Copacabana, e minutos depois temos nossos pés misturados à areia da praia, e nossos espíritos entregues a qualquer coisa que venha numa lata de 300ml, numa garrafa de 500ml ou num cigarro qualquer.

Claro que um monte de vagabundos roqueiros vindos de todas as partes já estão na praia, tomando seus venenos, banhando-se no mar ou jogando conversa fora. E conosco não é diferente.

Poderia ser qualquer um, mas era eu que tinha o prazer de estar com aquelas sete pessoas, e isto fez toda a diferença num final de semana em que tudo parecia meio irreal. Normalmente não notamos o valor desses momentos até que eles sejam uma lembrança, mas naquelas horas eu consegui perceber cada maldito detalhe daquilo que estava à minha volta, e como cantaria Jagger horas depois "You can't always get what you want, But if you try sometimes, well you might find, You get what you need".

Agora a praia era passado, estávamos num ônibus vendo a sede do Botafogo, o Pão de Açúcar com o bondinho ao fundo, e o Museu de Arte Moderna, e logo depois podíamos estar num restaurante, num bar tomando um mini-chopp ou numa piscina de hotel conversando futilidades enquanto bebíamos cachaças e fumávamos cigarros.

A hora está chegando, e parece cada vez mais assustadora a iminente força que se manterá eterna em mais de um milhão de almas.

É um caminho tortuoso até o palco, com litros e litros de suor, e divertido até a maldita medula. Não importa que corpos precisem ser carregados, que sangue jorre pelo calçadão, que milhares de cervejas sejam tomadas, que um sem-número de pessoas encarem tudo com um bom humor alucinado e que se divirtam como se não precisássemos de nada além disso.

Aquela é a noite em que os Rolling Stones tocarão para um milhão e meio de pessoas nas areias de uma praia que parecia não existir.

Uma explosão que mal escuto por causa dos ouvidos entupidos, e entra Jumpin' Jack Flash. Como Joãos Bobos Relâmpagos que somos, vamos e voltamos repetidas vezes até que não sobre nada.

Têm-se a impressão de que é somente rock'n'roll, mas que não há ninguém no universo inteiro que não goste.

Não são cavalos selvagens que nos levam para longe, mas sim o entoar de "I have my freedom but I don't have much time".

Escutamos a história do Vadio da Meia-Noite, que poderia ser eu ou você, mas que é na verdade aquilo nós nunca vimos antes.

Em meio a Miss You, Get Off My Cloud e Honky Tonk Woman, temos a certeza de estarmos em êxtase e então chega a divina comédia.

Sympathy For The Devil traz o inferno a Copacabana, transforma a claridade das luzes no tom sanguinolento do vermelho, coloca a história do mundo na boca de Mick Jagger, a insanidade do homem na percussão e converte o rebanho presente num bando de pagãos que repetem seu mantra à exaustão: "urrú...urrú...urrú...urrú...urrú...urrú...".

Start me Up é a metáfora perfeita. Estamos mortos, mas ainda continuamos a gozar, tendo orgamos múltiplos a cada grão de areia que pisamos.

Brown Sugar torna todas as garotas maravilhosas, com tudo aquilo erotizado de maneiras indescritíveis.

Lentamente percebe-se o início de You Can't Always Get What You Want, e nos vemos numa recepção a observar um copo de vinho que traz uma pessoa a tiracolo. As lágrimas não são de sangue.

O óbvio encerramento traz Satisfaction... ou não. Afinal, às vezes nos é permitido esperar um pouco mais. Nem que seja uma pequena mentira que teimamos em conservar.

Engraçado... depois de escrever estas linhas, percebi como relatar o resto. Então acho que continua... amanhã.


Por falar em sobreviver, esse é "o cara".


Em tempo: A meu ver o show foi irretocável, mas vale a pena enxergar a coisa por um outro ângulo, como o de Alberto Dines no Observatório da Imprensa. É no mínimo interessante as questões que levanta.

RICARDO MALTA BARBEIRA - 8:00 PM


Não enche!

Quinta-feira, Fevereiro 16, 2006

 
... no meu discman...

Let it Bleed - Junto com Sticky Fingers, este é meu disco predileto dos Rolling Stones, e numa semana em que os caras tocarão na praia de Copacabana para um público estimado em mais de dois milhões de pessoas, nada mais óbvio do que eu estar escutando-o direto.

Lançado no final de 1969, ele representa a mudança mais drástica pela qual a banda passou.

Durante as gravações Brian Jones é expulso do grupo, sendo substituído por Mick Taylor. Mesmo assim, Jones tem participação - ainda que pequena - no produto final, tocando percussão em Midnight Rumbler e autoharpa em You Got the Silver.

Vale citar que poucas semanas após sua saída dos Stones, Jones é encontrado morto.

Apesar dos pesares, o que resulta disso é um dos melhores álbuns de todos os tempos.

Talvez o grande diferencial deste em relação aos outros, tenha sido o fato de Keith Richards assumir quase que integralmente as composições, moldando o que viria a ser a "cara" do disco. Na parte técnica, este também é muito provavelmente o mais brilhante da carreira do guitarrista.

Como é usual, os Stones colocam uma canção visceral para abrir suas obras, e com Let it Bleed não é diferente, ficando a cargo da espetacular Gimme Shelter dar o tom do que virá a seguir:

Oh, a storm is threat'ning
My very life today
If I don't get some shelter
Oh yeah, I'm gonna fade away


O refrão por si só é bem explicativo. Claro que é bom lembrar que na época ocorria uma insana guerra (não são todas?) nas selvas do Vietnã:

War, children, it's just a shot away
It's just a shot away
War, children, it's just a shot away
It's just a shot away


A seguir rola a magnífica cover de Robert Johnson, Love In Vain. Além da slide guitar perfeita de Keith Richards, ainda conta com a participação de Ry Cooder no mandolim.

Country Honk é a terceira música, e uma das primeiras em que Mick Taylor participa. Para os desavisados ela é uma versão digamos, mais rural, de Honky Tonk Woman, que havia sido gravada antes.

Entra uma linha de baixo - aqui tocado por Keith Richards e não por Bill Wyman -, depois a bateria, e quase que simultaneamente a guitarra e a voz. Segue o início de Live With Me:

I got nasty habits, I take tea at three
Yes, and the meat I eat for dinner
Must be hung up for a week
My best friend, he shoots water rats
And feeds them to his geese
Don'cha think there's a place for you
In between the sheets?

Come on now, honey
We can build a home for three
Come on now, honey
Don't you wanna live with me?


Uma declaração corretíssima para ser usada por bêbados - como eu - nas ocasiões mais oportunas.

Da guitarra hipnótica de Richards, passando pelo tom anasalado de Jagger e o piano inspiradíssimo - mesmo! - de Ian Stewart, a faixa homônima Let it Bleed é de uma belezura ímpar, já começando com letra precisa:

Well, we all need someone we can lean on
And if you want it, you can lean on me


Midnight Rambler é a próxima canção, e uma das mais fodas compostas pelas Pedras Rolantes. São quase sete minutos conduzidos com uma maestria absurda por Jagger, Richards, Jones, Wyman e Watts.

Um dos refrões:

Já ouviu falar sobre o vadio da meia noite?
Bem, querida, não é nenhum show de rock ¿n¿ roll.
Bem, estou falando sobre o vadio da meia noite.
É, aquele que você jamais viu antes.


Na sequência a primeira canção cantada por Richards, You Got the Silver. Um bluesão de responsa que não faria feio no delta do Mississipi.

Monkey Man começa com um pianinho - aqui levado por Nicky Hopkins - e um baixo matadores. E como é de praxe, mais uma letra fodíssima:

I'm a fleabit peanut monkey
All my friends are junkies
That's not really true

I'm a cold Italian pizza
I could use a lemon squeezer
What you do?


A última canção é um dos maiores hinos da banda, a apoteótica You Can't Always Get What You Want.

O coro do início é feito pelo London Bach Choir, e o que vem depois é magnífico por si só.

Para não ficar colocando a letra inteira por aqui, vou me ater ao refrão:

You can't always get what you want
You can't always get what you want
You can't always get what you want
But if you try sometimes, well you might find
You get what you need


Para fechar nada mais apropriado do que o encerramento de Midnight Rumbler, que também poderia servir de epitáfio para mim, caso eu morra - feliz - nas areias do Rio de Janeiro no próximo final de semana:

And if you ever catch the midnight rambler
I'll steal your mistress from under your nose
I'll go easy with your cold fanged anger
I'll stick my knife right down your throat, baby
And it hurts!


Em tempo: Para quem quiser dar uma conferida nas letras dos Rolling Stones, recomendo o canal de música do Terra.

RICARDO MALTA BARBEIRA - 12:27 PM


Não enche!

Segunda-feira, Fevereiro 13, 2006

 
Como toda segunda-feira que se preze, hoje está o inferno por aqui, e postar é quase impossível.

Mas não podia deixar essa essa excelente notícia passar.

Morrison no Batman

Li no Omelete que o escocês Grant Morrison será o novo roteirista da revista Batman.

Como adorador de quase tudo que o porra-lôca já escreveu, e sendo viciado no Homem-Morcego desde o verão de 1988, é impossível não ficar ansioso para que agosto chegue logo.

Lembro que desde que li o primeiro número de All-Star Superman, comecei a achar que 2006 seria o ano do Morrison, tanto nos Estados Unidos quanto no Brasil (WE3). Com mais esta novidade, começo a ter ainda mais confiança nisso.

RICARDO MALTA BARBEIRA - 2:37 PM


Não enche!

Quinta-feira, Fevereiro 09, 2006

 
A Balada de Halo Jones

Comprei há quase dois anos essa revista e finalmente tomei vergonha na cara e a li no último final de semana.

É um dos primeiros trabalhos do roteirista Alan Moore para a editora inglesa 2000 AD, e que ainda conta com a arte de Ian Gibson.

A trama gira em torno da Halo Jones do título, que é uma garota de aproximadamente dezoito anos que vive num lugar chamado Aro.

O tal "Aro" é uma espécie de refúgio/presídio para aonde as pessoas desempregadas, os sem-teto e todo a espécie de vagabundo é mandado. As cidades propriamente ditas são exclusivas aos mais abastados dessa sociedade do século 49.

A ficção científica que Moore conduz não é algo que vise revolucionar o gênero. Está mais para a busca de um suposto sentido para a vida.

Numa resenha para o Universo HQ, Fernando Viti cita um oportuno paralelo entre a hq e o livro On the Road de Jack Kerouac.

Em ambos os casos, o redescobrimento de si próprio é proporcional à distância mantida de seu passado.

Halo foge da Terra, e continua numa fuga constante à procura de algo que possa defini-la.

Muito provavelmente não há nada em todo o universo que possa dar-lhe esta definição, mas o caminho mostra-se como a verdadeira descoberta, que traz tanto momentos de alegria quanto de tristeza.

O roteiro conduzido por Moore tem uma verve literária imensa, e percebe-se isto a cada novo desdobramento, que provoca emoções completamente novas em Halo, e que acaba dando ao leitor uma forte sensação de melancolia.

É uma grande história, e como é norma do roteirista, não se assemelha a nada que ele tenha feito posteriormente.

LJA # 38

Finalmente é revelado o tal "segredo" de Barry Allen, e convenhamos que não é nada assim tão abominável.

E mesmo que Geoff Johns tenha perdido o rumo com o Flash nos últimos tempos, ainda assim consegue fazer uma aventura razoável a partir daí.

Mas quem parece estar cada vez melhor é o Howard Porter. Nem quando estava à frente da Liga da Justiça ele estava tão bem.

Na história da Liga da Justiça, Kurt Busiek assume os roteiros e utiliza elementos de sua minissérie LJA x Vingadores (que eu não li), assim como volta a utilizar o Sindicato do Crime, visto pela última vez (salvo engano) em Terra 2.

Capacidade para manter o pique do Grant Morrison nesta última ele tem, mas que o Ron Garney não chega nem perto do Frank Quitely, isto também é verdade.

Quanto à Sociedade da Justiça, mais uma boa aventura, que pela quinquagésima vez utiliza viagens no tempo ou congêneres.

É uma trama agradável, mas variar um pouco o "pano de fundo" não mataria o Johns.

Pra fechar a revista o primeiro número de JLA Classified, de Grant Morrison e Ed McGuinness.

O pouco que é mostrado é um bocado confuso, mas o Batman de Morrison é sempre formidável.

É impossível não se render ao roteirista trabalhando com a Liga. Ele manda bem mesmo quando faz quase nada.

Esse é um escocês tão bom quanto whisky. Bem... quase.

Wolverine # 14

A segunda parte de Inimigo do Estado consegue superar a primeira, e começa a mostrar a alardeada metáfora com um filme de alto orçamento.

O combate entre Logan e Elektra é curto e excelente, em especial graças à arte de Romita Jr., que só para variar, está matando a pau.

O roteiro de Millar não é daqueles que pretende alterar o cursos de vidas, e nem o autor ambiciona tal feito, mas que é bem feito e muito legal, isso é.

Já o resto da edição é um porre de Nova Schin.

Ladrão de Almas é uma besteira com desenhos no estilo mangá, Arma X é a mesma porcaria de sempre, enquanto que Mística é algo que a minha mente não consegue aceitar que tenha durado vinte e quatro longos meses.

A boa notícia é que ao menos desta última nos livramos, já que o título chegou ao fim.

RICARDO MALTA BARBEIRA - 10:40 AM


Não enche!

Segunda-feira, Fevereiro 06, 2006

 
música...

Na Zap'n'Roll da última sexta-feira, Humberto Finatti mete o pau no Arctic Monkeys, no Orkut e na imprensa musical.

Sobre esta última ele escreve acerca de um tipo de corporativismo, que faz com que determinados textos sejam modificados devido a inúmeros motivos, como interesses de terceiros, amizade com músicos, entre outros.

Até aí beleza, o maior problema é que o próprio Finatti por vezes caiu nessa situação.

Uma que me recordo de cabeça foi a crítica quanto ao show do Forgotten Boys no Campari Rock do ano passado. Quem estava lá, e for um pouco isento, há de confirmar que a apresentação foi ridícula, burocrática e sem o mínimo tesão.

Recentemente ele dedicou meia coluna à banda Dance of Days, que é disparada a coisa mais nojenta que passou pelos meus tímpanos no ano passado.

Tudo bem, gosto é gosto, mas integrantes de ambos os grupos são caríssimos amigos de Finatti - coisa que ele faz questão de não esconder, é bom frisar - e por este óbvio motivo a palavra "ética" começa a ser necessária aqui e ali.

Uma hora dessas volto ao tema.

qualquer coisa...

[[[[[@]]]]] - No Último Segundo tem uma matéria curta sobre o show que o Arctic Monkeys fez em Leeds na semana passada.

[[[[[@]]]]] - Assista no Omelete ao trailer de Nacho Libre, novo filme de Jack Black. Confesso que achei Escola de Rock bem sem graça, mas esse trailer até que promete alguma coisa.

[[[[[@]]]]] - Está com pouco dinheiro e precisa presentear alguém? Sem problema! Compre um belo - e caro - livro no Submarino.

[[[[[ Escrito em parte ao som de Whatever People Say I Am, That's What I'm Not, do Arctic Monkeys. Algumas músicas são bem legais, mas o exagero tanto gringo quanto tupiniquim beira o surreal, como sempre. ]]]]]

RICARDO MALTA BARBEIRA - 2:18 PM


Não enche!

Sábado, Fevereiro 04, 2006

 
Sábado Brabo!

Estou numa ressaca desgraçada, e agora comecei a escutar Tool, para se ver se melhoro de vez e me avacalho um pouco mais.

Pushit é uma ótima pedida para um momento em que a lepra mental é total.

Ah, chega!











Não enche!

Quinta-feira, Fevereiro 02, 2006

 
Pré-Venda de Superman Returns

Essa foi a melhor do dia. Se bobear, da semana.

O futuro chegou. Agora os marreteiros do centro de São Paulo estão realizando pré-venda dos títulos que "lançam".

Acesse o SoBReCarGa e descubra de que diabos estou falando.

RICARDO MALTA BARBEIRA - 2:12 PM

Não enche!

 
Quando estou sem nada para fazer, volta e meia gravo alguma coletânea com sons para curtir despreocupadamente ou mesmo para bombar em alguma festinha podre da vida.

Os cds costumam levar nomes dos mais variados como Estamos Todos Mortos, Chacoalhando o que Sobrou do seu Corpo ou Parece que me Mataram.

Também existem séries como a Esbórnia, a Zero Um Zero Cinco e outra simplesmente chamada de Volume. A primeira e a segunda tem três edições cada, enquanto a última tem dez.

Uma outra série é a Churume. Ela está no número quatro, e é exatamente esta a minha mais recente coletânea genérica. Segue o tracklist:

[ 01 ] Franz Ferdinand - Walk Away
[ 02 ] Ramones - Today your Love, Tomorrow the World
[ 03 ] Nine Inch Nails - Gave Up
[ 04 ] The Flaming Lips - She Don't use Jelly
[ 05 ] New Order - World
[ 06 ] Happy Monday's - Wrote for Luck
[ 07 ] Mudhoney - Here Comes Sickness
[ 08 ] Sonic Youth - Youth Against Fascism (Hate Song)
[ 09 ] The Stooges - Gimme Danger
[ 10 ] Manic Street Preachers - Rock'n Roll Music
[ 11 ] David Bowie - Hallo Space Boy
[ 12 ] Primal Scream - Movin' On Up
[ 13 ] The Subways - I Want 2 Hear W you have Got 2 Say
[ 14 ] Supergrass - Pumping on your Stereo
[ 15 ] The Kingsmen - Louie Louie
[ 16 ] Blur - Song 2
[ 17 ] Arcade Fire - Rebellion (Lies)
[ 18 ] The Rakes - 22 Grand Job
[ 19 ] Queens of the Stone Age - Go with the Flow
[ 20 ] Rocket from the Crypt - Born on' 69
[ 21 ] The Rolling Stones - Saint of Me
[ 22 ] Radiohead - Black Star [Live] - [***]

RICARDO MALTA BARBEIRA - 2:04 PM


Não enche!
 

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"i'm paranoid, but i'm not an android"