Amanhã é o show dos caras, e para entrar no espírito, tradução "da música" do Placebo por excelência:
[Tudo em relação a mim e tudo em relação a você]
O amor tolo é providencial
Você fica perplexo, nossa paixão se consome
Meu coração é uma prostituta, seu corpo está dilacerado
Meu corpo está destruído, o seu está torto
Entalhe meu nome no seu braço
Ao invés de estressado eu fico aqui encantado
Porque não há mais nada a fazer
Com tudo em relação a mim e tudo em relação a você
Amor tolo, uma prisão que eu escolho
Nenhuma outra prisão eu escolho ter
Um outro amor do qual eu abusava
Nenhuma circunstância justificaria
Na forma das coisas a vir
Veneno demais se soltou
Porque não há mais nada a fazer
Com tudo em relação a mim e tudo em relação a você
Com tudo em relação a mim e tudo em relação a você
Com tudo em relação a mim...
O amor tolo é conhecido por ser instável
Propenso a se agarrar e desperdiçar estas coisas
Perplexo, pelo amor de deus
Nunca houve tanto em jogo
Eu sirvo minha cabeça em um prato
É só o conforto, chamando tarde
Porque não há mais nada a fazer
Com tudo em relação a mim e tudo em relação a você
Com tudo em relação a mim e tudo em relação a você
Com tudo em relação a mim...
Com tudo em relação a mim e tudo em relação a você
Com tudo em relação a mim...
Como os nus guiam os cegos
Eu sei que sou egoísta, sou insensível
Amor tolo, eu sempre acho
Alguém para machucar e deixar para trás.
Completamente sozinho no espaço e tempo
Não há nada aqui, mas o que há aqui é meu
Algo emprestado, algo triste
Com tudo em relação a mim e tudo em relação a você
Com tudo em relação a mim e tudo em relação a você
Com tudo em relação a mim...
Com tudo em relação a mim e tudo em relação a você
Com tudo em relação a mim... (x4)
*** *** *** *** ***
Na tradução que surrupiei, "every you, every me" é traduzido como "a cada eu e você". Não tenho certeza se está completamente errado, mas francamente, achei de uma porquice ímpar. Portanto, preferi traduzir como "tudo em relação a mim e tudo em relação a você", que acho bem mais aceitável. Se alguém souber de alguma tradução mais cabível, por favor avise.
Ah, falei do último disco dos caras, o Sleeping with Ghosts, no Mano News.
RICARDO MALTA BARBEIRA - 12:23 PM
Não enche!
Domingo, Abril 24, 2005
E sobre todas as coisas repousa uma verdade
Signos de dor que são signos de amor
Visões escancaradas de todo o mundo
O Nada completo que nos cerca
Noites a esperar a claridade do dia
Dias a desfrutar da sabedoria da noite
Caindo no sono de nossos arrependimentos
Desperdiçando um tempo que não se produz mais
De muito longe veio o primeiro
que espontaneamente gerou um segundo
do qual o terceiro surgiu
e que trouxe a todos nós que aqui estamos
Pode não haver um sentido a buscar
Está tudo aqui tão perto de nossos pés
A esperar que o encaremos diretamente
Olhos para o infinito que somos
10:31 hs.
RICARDO MALTA BARBEIRA - 10:34 AM
Não enche!
Terça-feira, Abril 12, 2005
Às vezes lemos algumas manchetes que nos chamam a atenção instantaneamente. Deve ser exatamente aí que reside o seu real potencial.
Esta eu vi agora há pouco no UOL:
"Ex-assessor de Michael Jackson diz que viu cantor lambendo garoto"
Na hora me veio à mente a imagem do cara lambendo um garotinho numa orgia daquelas de fazer o Calígula corar.
Você pode clicar aqui, se quiser ler a matéria, mas já vou avisando que o título dela é muito mais interessante do que a mesma.
RICARDO MALTA BARBEIRA - 12:47 PM
Não enche!
Quarta-feira, Abril 06, 2005
Mano News
RICARDO MALTA BARBEIRA - 1:12 PM
Não enche!
Segunda-feira, Abril 04, 2005
Vou dizer agora que não me importo mais.
Que não faz diferença se você vive ou morre.
Que não houve nada que realmente significasse algo.
Todo o veneno que aparece é despeito.
Nunca dissemos palavras que importassem.
Conversas vazias que não partiram de mim.
Se não me importo é porque não deveria.
Sem medo ou desejo de vingança.
Apenas a certeza do erro que cometi.
Quero dizer mais uma vez que não vou esquecer,
porque não há nada a ser esquecido.
Vivemos um romance que não valeria uma canção,
um caminho que não vale um retorno.
Tão ausente de sentido.
Sem sorrisos sinceros.
São as coisas que não morrem.
É aquilo que se repetirá para sempre.
Vou dizer pela última vez que não me importo mais.
Lembro de como acabou e de como poderia recomeçar.
Mas não quero ser cruel e virar o jogo.
Quero apenas nunca mais voltar.
"20 de Fevereiro de 2005 - 13:15 hs - Escutando QOTSA, com I Never Came"