Videodrome

 
             

   
 
 

Terça-feira, Abril 26, 2005

 
Amanhã é o show dos caras, e para entrar no espírito, tradução "da música" do Placebo por excelência:

Every Me Every You
[Tudo em relação a mim e tudo em relação a você]

O amor tolo é providencial
Você fica perplexo, nossa paixão se consome
Meu coração é uma prostituta, seu corpo está dilacerado
Meu corpo está destruído, o seu está torto

Entalhe meu nome no seu braço
Ao invés de estressado eu fico aqui encantado
Porque não há mais nada a fazer
Com tudo em relação a mim e tudo em relação a você

Amor tolo, uma prisão que eu escolho
Nenhuma outra prisão eu escolho ter
Um outro amor do qual eu abusava
Nenhuma circunstância justificaria

Na forma das coisas a vir
Veneno demais se soltou
Porque não há mais nada a fazer
Com tudo em relação a mim e tudo em relação a você
Com tudo em relação a mim e tudo em relação a você
Com tudo em relação a mim...

O amor tolo é conhecido por ser instável
Propenso a se agarrar e desperdiçar estas coisas
Perplexo, pelo amor de deus
Nunca houve tanto em jogo

Eu sirvo minha cabeça em um prato
É só o conforto, chamando tarde
Porque não há mais nada a fazer
Com tudo em relação a mim e tudo em relação a você
Com tudo em relação a mim e tudo em relação a você
Com tudo em relação a mim...

Com tudo em relação a mim e tudo em relação a você
Com tudo em relação a mim...

Como os nus guiam os cegos
Eu sei que sou egoísta, sou insensível
Amor tolo, eu sempre acho
Alguém para machucar e deixar para trás.

Completamente sozinho no espaço e tempo
Não há nada aqui, mas o que há aqui é meu
Algo emprestado, algo triste
Com tudo em relação a mim e tudo em relação a você
Com tudo em relação a mim e tudo em relação a você
Com tudo em relação a mim...

Com tudo em relação a mim e tudo em relação a você
Com tudo em relação a mim... (x4)

*** *** *** *** ***


Na tradução que surrupiei, "every you, every me" é traduzido como "a cada eu e você". Não tenho certeza se está completamente errado, mas francamente, achei de uma porquice ímpar. Portanto, preferi traduzir como "tudo em relação a mim e tudo em relação a você", que acho bem mais aceitável. Se alguém souber de alguma tradução mais cabível, por favor avise.

Ah, falei do último disco dos caras, o Sleeping with Ghosts, no Mano News.

RICARDO MALTA BARBEIRA - 12:23 PM


Não enche!

Domingo, Abril 24, 2005

 
Olhos

E sobre todas as coisas repousa uma verdade
Signos de dor que são signos de amor
Visões escancaradas de todo o mundo
O Nada completo que nos cerca

Noites a esperar a claridade do dia
Dias a desfrutar da sabedoria da noite
Caindo no sono de nossos arrependimentos
Desperdiçando um tempo que não se produz mais

De muito longe veio o primeiro
que espontaneamente gerou um segundo
do qual o terceiro surgiu
e que trouxe a todos nós que aqui estamos

Pode não haver um sentido a buscar
Está tudo aqui tão perto de nossos pés
A esperar que o encaremos diretamente
Olhos para o infinito que somos

10:31 hs.

RICARDO MALTA BARBEIRA - 10:34 AM


Não enche!

Terça-feira, Abril 12, 2005

 
Às vezes lemos algumas manchetes que nos chamam a atenção instantaneamente. Deve ser exatamente aí que reside o seu real potencial.

Esta eu vi agora há pouco no UOL:

"Ex-assessor de Michael Jackson diz que viu cantor lambendo garoto"

Na hora me veio à mente a imagem do cara lambendo um garotinho numa orgia daquelas de fazer o Calígula corar.

Você pode clicar aqui, se quiser ler a matéria, mas já vou avisando que o título dela é muito mais interessante do que a mesma.

RICARDO MALTA BARBEIRA - 12:47 PM


Não enche!

Quarta-feira, Abril 06, 2005

 
Sem muito a dizer no momento.

Mano News


RICARDO MALTA BARBEIRA - 1:12 PM


Não enche!

Segunda-feira, Abril 04, 2005

 
porque não me importo

Vou dizer agora que não me importo mais.
Que não faz diferença se você vive ou morre.
Que não houve nada que realmente significasse algo.

Todo o veneno que aparece é despeito.
Nunca dissemos palavras que importassem.
Conversas vazias que não partiram de mim.

Se não me importo é porque não deveria.
Sem medo ou desejo de vingança.
Apenas a certeza do erro que cometi.

Quero dizer mais uma vez que não vou esquecer,
porque não há nada a ser esquecido.
Vivemos um romance que não valeria uma canção,
um caminho que não vale um retorno.

Tão ausente de sentido.
Sem sorrisos sinceros.
São as coisas que não morrem.
É aquilo que se repetirá para sempre.

Vou dizer pela última vez que não me importo mais.
Lembro de como acabou e de como poderia recomeçar.
Mas não quero ser cruel e virar o jogo.
Quero apenas nunca mais voltar.

"20 de Fevereiro de 2005 - 13:15 hs - Escutando QOTSA, com I Never Came"


RICARDO MALTA BARBEIRA - 1:29 PM


Não enche!
 

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"i'm paranoid, but i'm not an android"